cada 100A destinad os.
As mistura s Argo/CO pedem tens ões do arco de 1 - 2 V
2
inferior o CO
2
Soldadura
A
q u a l i d a d e
d o
comtemporâneamente à minima quantidade de salpicos
produzidas, serà principalmente determinada do
equilibrio dos parâmetros de soldadura : corrente
(velocidade fio), diâmetro do fio, tensão do arco, etc. e da
escolha apropriada da tomada de reactância .
Ao mesmo modo a posição da tocha será adequada aos
dados de orientações em tabela, onde evitar excessiva
produção de salpicos e defeitos do cordão.
Também a velocidade de soldadura (velocidade de
avançamento ao longo da junta) é um elemento
determinante para correcta execução do cordão ; dela se
deverá ter conto a igualdade dos outros parâmetros;
sobretudo ao fim da penetração e da forma do cordão
mesmo.
SOLDADURA EM PLANO (Fig. F)
SOLDADURA E PLANO - FRONT AL (Fig. G)
SOLDADURA EM VERTICAL (Fig.H)
SOLDAGEM EM ALUMÍNIO
Para este tipo de soldagem vem empregado como gás
protetivo o ARGON ou a mistura de ARGON - HÉLIO. O fio
que se deve utilizar, deve ter as mesmas características do
material de base. Em qualquer caso, todavia se aconselha o
uso de um fio ligado (por ex: alumínio/silício) e jamais um fio
de puro alumínio.
A soldadura do tipo MIG não apresenta particulares
dificuldades, se não aquela de puxar bem o fio em todo o
comprimento da tocha de soldagem, enquanto, como já se
sabe, o alumínio tem características mecanicas
insuficientes, e as dificuldades de tracção do fio serão muito
maiores quanto menor será o diâmetro do fio.
A este problema é possível remediar fazendo as
modificações que seguem:
1 - Substituir a cobertura da tocha com o modelo em teflon.
Para retirar-la será necessário desparafusar os
parafusinhos na extremidade da tocha.
2 - Usar tubos de contacto para alumínio.
3 - Substituir os rolinhos de tracção com apropriados para
alumínio.
4 - Substituir a cobertura de aço do guia-fio de entrada com
a correspondente em teflon.
As peças descritas acima são previstas no acessório para
alumínio oferecido como opção.
SOLDAGEM A PONTOS (Fig.I)
Com um aparelho a fio contínuo é possível obter a união de
chapas sobrepostas através pontos de soldaduras
realizados com o aportamento de material.
O aparelho é particularmente adapto a esta função,
enquanto é dotado de um temporizador regulável, o que
rende possível escolher o tempo de ponteamento mais
adapto e, consequentemente, a realização de pontos de
características iguais.
Para utilizar a máquina na função de punteamento será
necessário predispor-la no seguinte modo:
- Substituir o respiradouro da tocha com aquele de tipo
adequado para soldagem a pontos fornecido como
acessório. Este respiradouro se distingue pela sua forma
cilindrica e por haver na parte final algumas aberturas de
respiração para o gás.
- Posicionar o comutador de regulagem de corrente na
posição "máxima".
- Regular a velocidade de avançamento do fio quase ao
máximo do valor.
- Posicionar o deviador na posição "TIMER".
- Regular o tempo de ponteamento segundo a espessura
da chapa que se deve unir.
Para efetuar o ponteamento se apoia no plano o
c o r d ã o
d e
s o l d a d u r a
respiradouro da tocha na primeira chapa, se aperta o
pulsante da tocha de soldagem para consentir a soldadura:
o fio leva em fusão a primeira chapa, a atravessa e penetra
na segunda chapa realizando assim, uma cunha de fusão
entre as duas chapas.
O pulsante deverá ser apertado até que o temporisador não
interrompa a soldagem.
Com este procedimento é possível realizar punteamentos
também em condições de impossibilidade com
punteadoras tradicionais, dado que se podem unir chapas
onde não são possiveis soldar posteriormente, como por
exemplo: caixas.
Além do mais, é muito reduzido o trabalho do operador visto
aligeireza da tocha.
O limite da utilização deste sistema depende somente da
espessura da primeira chapa, enquanto a segunda pode
ser de espessura muito elevada.
MÁSCARA DE PROTEÇÃO
Deve ser SEMPRE usada durante a soldadura, para
proteger os olhos e o rosto das radiações luminosas
emanadas pelo arco, permetindo observar a soldadura que
se está a executar.
CONFECÇÃO DE MONTAGEM
MANUTENÇÃO
ATENÇÃO!
JAMAIS EM NENHUM CASO REMOVER OS PAINEIS DA
MÁQUINA E INTRODUZIR-SE AO INTERNO DA MESMA
SEM QUE ESTA SEJA DESLIGADA DA TOMADA DA
REDE ELÉCTRICA DE ALIMENTAÇÃO.
EVENTUAIS CONTROLES EFETUADOS AO INTERNO
DA MÁQUINA SOBRE TENSÃO PODEM CAUSAR
GRAVES CHOQUES ELÉCTRICOS PELOS CONTACTOS
DIRECTOS COM PARTES EM TENSÕES.
- Periódicamente e frequentemente, inspeccionar ao
interno da máquina, em função da utilização e das
condições ambientais, removendo as poeiras e particelas
metálicas depositadas nos componentes por meio de
uma jacto de ar a baixa pressão.
- Ao final das operações de manutenção montar de novo os
paineis da máquina fechando a fundo os parafusos de
fixação.
- Evitar absolutamente de eseguir operações de soldadura
com a máquina aberta
- Não dirigir a tocha para si mesmo e não tocar os fios
directamente .
- Não bater nem apertar a tocha com instrumentos.
- Evitar apoiar o ferro de soldar e o seu cabo em partes
quentes, pois pode causar a fusão dos materiais
isolantes e os põem rapidamente fora de uso.
- Verificar periodicamente a vedação da tubagem e das
junções do gás.
- Em cada substituição da bobina do fio soprar com ar
comprimido seco (max 10 bar) no revestimento de
protecção que guia o fio: verificar a sua integridade.
- Controlar pelo menos uma vez por dia, o estado de
desgaste e a exactidão da montagem das partes
terminais do ferro de soldar: bico, tubinho de contacto,
difusor de gás.
- Antes de qualquer manutenção ou substituição das peças
a tocha que se podem desgastar,retirar a alimentação e
deixar que o ferro de soldar esfrie.
- Substituir o tubinho de contacto se apresentar um furo
deformado ou alargado.
- Limpar periodicamente o interno do bico e do difusor.
- Controlar frequentemente as condiçõ es do cabos de
soldar e substituí-los em caso de usura excessiva.
Alimentador de fio
- Verificar o estado de desgaste dos rolos de tracção do fio,
impar periodicamente a poeira metálica depositada na
área de tracção (rolos e guia-fios de entrada e de
saída).
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Fig. L